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Empresas abraçam mobilidade para substituir telefonia fixa

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011 às 13:41

Um novo estudo realizado pela BroadSoft revelou que mais de um quarto das empresas pretende substituir telefones de mesa por telefones celulares nos próximos dois anos, e que elas estão cada vez mais apoiando a transição para uma força de trabalho móvel. A pesquisa, conduzida pela Cohen Research Group, entrevistou 200 tomadores de decisão em TI nos EUA e na Grã-Bretanha, em empresas de todos os tamanhos.

Além da adoção de plataformas móveis – 82% dos entrevistados disseram que alguns funcionários já usam aplicativos móveis para comunicação e colaboração -, o estudo também descobriu que muitos entrevistados estão priorizando a expansão das comunicações unificadas em suas organizações.

No total, cerca de 62% dos entrevistados disseram estar expandindo suas plataformas de comunicação unificada empresarial, sendo que mensagens instantâneas e teleconferência foram identificados como os serviços que as empresas mais procuram suportar em dispositivos móveis nos próximos três anos.

Quase três quartos, ou 72% dos tomadores de decisão em TI nos EUA, estão procurando implantar teleconferência em toda a organização no próximo ano, em comparação aos 56% registrados no Reino Unido.

“Os usuários finais corporativos estão exigindo de seus departamentos de TI uma experiência de comunicação à nível de consumidor, que inclua acesso a serviços avançados e aplicativos em seus dispositivos móveis preferidos”, diz Leslie Ferry, vice-presidente de marketing da BroadSoft.


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Gastos das empresas com TI somarão US$ 2,7 trilhões em 2012

terça-feira, 01 de novembro de 2011 às 10:33

Os gastos globais do mercado empresarial com tecnologia da informação (TI) vão alcançar a cifra de US$ 2,7 trilhões em 2012, segundo a consultoria Gartner. A marca representará um crescimento de 3,9% se comparada aos US$ 2,6 trilhões previstos pela consultoria para o segmento nesse ano.

Segundo os analistas do Gartner, apesar dos desafios econômicos globais, as companhias continuarão a investir em TI. “Hoje a tecnologia da informação é um dos principais motores para o crescimento dos negócios. Neste ano, por exemplo, 350 companhias vão investir, cada uma, mais de US$ 1 bilhão em TI”, disse Peter Sondergaard, vice-presidente sênior e líder global de pesquisa da consultoria.

Entre os conceitos e fatores que vão impulsionar os investimentos em TI, Sondergaard aponta a computação em nuvem, a mobilidade, as mídias sociais e a explosão da informação. “Essas forças são inovadoras por si só, mas juntas, elas estão revolucionando os negócios e a sociedade e definem a próxima era da computação”, observou o analista.


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Guarulhos e Hospital das Clínicas usam webconferência para solucionar casos clínicos

terça-feira, 25 de outubro de 2011 às 11:30

Os profissionais da rede municipal de Saúde de Guarulhos contam agora com a retaguarda do maior centro hospitalar do país – o Hospital das Clínicas – para a discussão de casos clínicos de difícil solução. Agora é possível a realização de webconferências entre os médicos e enfermeiros das Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Guarulhos e especialistas da Faculdade de Medicina da USP em torno de situações complexas do atendimento na rede.

“Não se trata de aula on-line, mas da discussão sobre casos mais complicados. Se o problema não puder ser resolvido durante a webconferência, um grupo de especialistas do Hospital das Clínicas debaterá o problema e depois dará um retorno aos profissionais da rede”, explicou o professor chefe da disciplina de Telemedicina da USP e coordenador do Núcleo São Paulo do Telessaúde Brasil, Chao Lung Wen.

Serão promovidas duas webconferências por semana, sendo uma para médicos e outra para enfermeiros, com uma hora de duração cada. Os profissionais poderão participar do debate usando computadores, notebooks ou tablets, equipados com webcam, em uma conexão on-line. No primeiro encontro, médicos e enfermeiros das UBS São Rafael, Belvedere, Soberana e Mário Macca (Cumbica) irão participar da discussão de 12 casos clínicos sobre diabetes.


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Setor de saúde adere à tecnologia de teleconferência

terça-feira, 18 de outubro de 2011 às 11:19

 O Hospital Edmundo Vasconcelos, de São Paulo, iniciou um projeto de visita virtual, pelo qual o paciente interage, por vídeo, com familiares e amigos. O projeto começou em 20 apartamentos e a meta é chegar a todos os 115 até o fim do mês.

Essa facilidade foi uma evolução natural da implantação de terminais com acesso à internet (thin clients) em todos os quartos e da oferta de rede WiFi para quem tem notebook, segundo o hospital. A instituição estuda agora como levar a televisita para salas de UTI, local de acesso difícil aos visitantes. O projeto consumiu R$ 32 mil no desenvolvimento do software e instalação de câmeras web. O servidor de vídeo – um equipamento essencial para o sistema funcionar – fica hospedado em uma empresa de serviços que faz a administração e manutenção do sistema, por uma quantia mensal de R$ 1 mil. A conexão é feita por meio de dois links dedicados de banda larga, um da Embratel e outro da Telefônica, que são redundantes para não haver problema de queda da rede.


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Empresas de telecomunicações são mais resistentes a crises, diz UIT

quinta-feira, 13 de outubro de 2011 às 11:05

O secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações UIT, Hamadoun Touré, disse que empresas de telecomunicações costumam ser as mais resistentes às crises financeiras que as dos demais setores da economia. “Durante a última grande crise, somente uma telecomunicações faliu”, ao ministrar palestra na sede da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Touré ressaltou que, durante os momentos de crise, a necessidade de corte de gastos por grandes corporações e governos leva à redução de custos com viagens e estimula o uso de tecnologias da informação, como a teleconferência. “Em situações em que viajariam dez pessoas para participarem de reuniões, acabam viajando apenas uma pessoa, enquanto as outras conversam por meio de teleconferências”, afirmou O exemplo citado pelo secretário da UIT explica o fato de o setor de tecnologia da informação e comunicações (TICs) serem um dos poucos que geraram empregos na crise iniciada em 2008. Outro aspecto levantado por Touré está relacionado ao fato desta crise ter sido causada por falta de regulação no setor financeiro. “Nosso setor é bem regulado. Por isso, não prevejo grandes conseqüências neste sentido”, afirmou. (Rafael Bitencourt | Valor)


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Brasil mira desoneração de R$ 6 bilhões para telecomunicação

terça-feira, 04 de outubro de 2011 às 14:57

A presidente Dilma Rousseff vai propor isenção fiscal de R$ 6 bilhões nos próximos cinco anos para a construção de redes de telecomunicações, em um esforço para manter a expansão do setor apesar da crise global.

“O governo está fazendo um esforço para melhorar as condições de investimento… e reduzir os efeitos da crise”, disse à Reuters o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, em entrevista nesta sexta-feira (30).

Bernardo disse que Dilma enviará a proposta ao Congresso dentro dos próximos 30 dias.

O governo brasileiro vem anunciando uma série de medidas de incentivo nas últimas semanas para tentar preservar indústrias estratégicas do impacto da crise econômica internacional.

Bernardo disse que os investimentos em telecomunicações são considerados especialmente importantes diante dos preparativos para o Brasil sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Alguns analistas têm alertado que as redes de comunicações brasileiras precisam de uma grande atualização nos próximos anos para que o país possa lidar com a demanda doméstica e de turistas para os eventos esportivos.

Bernardo também disse que Dilma não vai adiar o leilão de frequências 4G de telefonia, que está planejado para até abril do próximo ano.

Fonte: Globo.com


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Mercado europeu de videoconferência cresce 20% em 2010

sexta-feira, 23 de setembro de 2011 às 14:52

O mercado europeu de videoconferência cresceu 20% no ano passado, chegando a US$ 518 milhões em receitas. O documento aponta que a redução do custo com viagens de negócios é um dos principais motores do mercado. Além disso, o mercado deve crescer, conforme a videoconferência avança entre as pequenas e médias empresas.

As nuvens de cinzas que o vulcão islandês Eyjafjallajökull lançou sobre os céus da Europa em 2010 também foram um grande incentivador para os sistemas de videoconferência. Na ocasião, vários aeroportos da Europa ficaram fechados por vários dias. Os pedidos de informação sobre videoconferência saltaram 180% durante o fechamento.

“Ele [o vulcão] ensinou que as empresas de comunicação de vídeo podem substituir as viagens aéreas demoradas e custosas”, disse Celia Donne, diretora regional da Regus. “No momento em que empresas de todos os tamanhos querem cortar custos de viagens e diminuir suas emissões de carbono, por que gastar dinheiro em vôos internacionais quando podem alcançar os mesmos resultados na sala de vídeo mais próxima?”

Os obstáculos para adoção na Europa são os mesmos nos EUA, especialmente a dificuldade de fixar um retorno sobre o investimento fixo quanto aos benefícios da comunicação visual, que continuam a impedir grandes investimentos. O esforço necessário para mudar comportamentos de trabalho já estabelecidos também foi citado como um problema.

(Fonte: IP News)


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Mercado europeu de webconferência cresce em grande velocidade

terça-feira, 20 de setembro de 2011 às 10:56

O uso de ferramentas de webconferência cresce em todo o mundo, mas é na Europa que ele dá os passos mais largos. Os países que mantém os maiores mercados para os serviços de conferência online são o Reino Unido, a França e a Alemanha, graças a um grande número de empresas multinacionais, infra-estrutura desenvolvida e uma maior consciência de webconferência nestes países.

O mercado europeu de software de webconferência gerou 248 milhões de dólares em 2009, com uma taxa de crescimento de 18,3% em relação ao ano anterior. A previsão é de que cresça mais 26,4% durante os próximos quatro anos, atingindo 1,01 bilhão de dólares em 2015.

O mercado de serviços de webconferência no Reino Unido é o mais maduro da região e está liderando todo o restante do mercado europeu, que também já dá sinais de seguir o exemplo.


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EUA movimentam 1,5 bilhão de dólares em webconferência

quinta-feira, 15 de setembro de 2011 às 10:51

O uso de webconferências vêm crescendo em alta velocidade.

O mercado americano movimentou 1,5 bilhão de dólares com webconferência e audioconferência no ano de 2009. Agora, a webconferência é esperada como a grande mobilizadora do mercado, com estimativas de um crescimento de 22% nos próximos cinco anos. Até 2014, o valor total esperado é de 2,7 bilhões de dólares.

O maior incentivador deste comércio em franco crescimento é o grande número de empresas que passam a se utilizar da comunicação à distância para diminuir custos com treinamentos, cursos, palestras e reuniões.

Para ler a matéria completa do site Network Computing (em inglês), clique aqui.

Para conhecer as soluções em webconferência da Claire Conference, clique aqui.


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Sua teleconferência em apenas dois passos

segunda-feira, 22 de agosto de 2011 às 12:15

Foi-se o tempo em que sua empresa necessitava de uma sala de reunião para realizar uma teleconferência. O ClaireExpress possibilita a qualquer pessoa promover reuniões de um jeito fácil, produtivo e extremamente barato. O serviço não necessita de reservas, dispensando planejamento ou agendamento prévio.

Uma vez que você possui uma senha de acesso, enviada pela ClaireConference, é possível iniciar imediatamente a reunião, de qualquer telefone fixo ou móvel, com os seguintes passos:

1. Ligue para o número de acesso

Nas principais capitais e regiões metropolitanas, disque 4002-1727, sem necessidade de digitar o código da sua região. Nas demais localidades (cidades do interior), disque 0300-101-1727.

2. Tecle a sua senha de acesso e, em seguida, a tecla #

Pronto. Você será automaticamente encaminhado para uma sala virtual. Caso seja participante da conferência, escutará uma música até a entrada do moderador. A conferência só terá início após a entrada do moderador.

Vale lembrar que o serviço não possui valor fixo mensal e não há utilização mínima. Ou seja, sua empresa paga apenas os minutos que foram utilizados!


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