quinta-feira, 20 de outubro de 2011 às 10:34
Ninguém questiona o valor da comunicação cara a cara, mas hoje, para os negócios, os custos de viagem, as despesas out-of-office e os gastos de tempo provocam um grande impacto nos orçamentos e na produtividade das empresas.
Vídeo conferência é uma alternativa, que permite que as pessoas se comuniquem em tempo real, usando apenas um computador e uma câmera.
O Claire Meeting proporciona uma incrível experiência de aúdio e vídeo em alta resolução e desempenho os participantes, utilizando uma simples webcam, interagem através de recursos de colaboração, mesmo com capacidade moderada na velocidade de acesso a internet.
Compartilhe e-mails, arquivos e documentos de qualquer espécie na tela de todos os participantes. Intuitivamente e com segurança poderá também permitir o acesso remoto em tempo real.
Qualquer pessoa de qualquer local do mundo, através de um computador ligado a internet, pode se conectar a sua web conferência sem a necessidade de downloads ou instalações.
Como o Claire Meeting você terá uma grande quantidade de recursos disponíveis nas pontas dos dedos quando estiver conduzindo uma conferência on-line como: Vídeo-Conferência em Tempo-Real, Compartilhamento de Tela, Compartilhar arquivos, Gravar a seção, Obter Feedback, Apresentar Arquivos, Conduzir questionários, Atualizar Páginas da Web, Controlar seu Ambiente, Timer da reunião e Gerenciar Acesso.
Mais informações acesse: http://www.claireconference.com.br/webconferencia/clairemeeting/caracteristicas
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sexta-feira, 06 de maio de 2011 às 13:07
O número de brasileiros com acesso à internet em casa ou no trabalho aumentou 13,9% ao final do primeiro trimestre de 2011 ante o mesmo intervalo no ano passado, atingindo 43,2 milhões de usuários, segundo dados divulgados pelo Ibope Nielsen nesta quarta-feira (4).
De acordo com o levantamento, a maior parte do crescimento é decorrente da maior presença de computadores com acesso à web em domicílios, cujo aumento foi de 20,7% no terceiro mês do ano, enquanto o número de computadores conectados no local de trabalho subiu 14% sobre igual período de 2010.
A pesquisa também mostrou continuidade da tendência de aumento da velocidade da banda. Enquanto a participação das conexões de até 128 Kbits caiu de 13,3% em março de 2010 para 7% no mesmo período deste ano, as conexões domiciliares superiores a 8 Mbits já são utilizadas por 1,9 milhão de pessoas, ou 5,5% dos usuários ativos.
Fonte: Folha
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segunda-feira, 25 de abril de 2011 às 15:58
Os tablets podem até ser a nova febre da tecnologia, mas ainda não convenceram o mercado corporativo, afirma pesquisa do instituto Forrester Consulting.
Para o estudo, foram entrevistados diretores de TI, que tinham de responder sobre quais seriam os dispositivos capazes de torná-los mais produtivos. O notebook – citado por 59% dos executivos – ficou em primeiro, seguido pelos computadores de mesa (50%) e smartphones (41%).
Além de não serem vistos como essenciais, os tablets trariam mais problemas do que soluções, segundo a maioria dos executivos. No estudo, 58% deles disseram que o crescente número de dispositivos que devem ser suportados – e o custo que tudo isso envolve – são as principais preocupações antes de adquiri-los.
Fonte: IDG Now!
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segunda-feira, 25 de abril de 2011 às 15:47
O número de computadores no Brasil subirá de 85 milhões neste ano para 98 milhões em 2012, praticamente um para cada dois habitantes, graças à redução do preço dos equipamentos com o aumento da renda da população.
Com base no estudo divulgado pela Fundação Getulio Vargas, o número de computadores no país praticamente triplicou desde 2005, quando somavam 30 milhões, e seguirá crescendo até 140 milhões em 2014. Enquanto neste ano há quatro computadores para cada nove habitantes, em 2012 haverá um computador para dois habitantes e em 2014 dois computadores para cada três brasileiros.
“Esse aumento obedece a três fatores: a queda no custo dos equipamentos a cada ano; o aumento do poder aquisitivo da população e o crescimento da percepção das pessoas sobre a utilidade do computador”, afirmou o coordenador do estudo, Fernando Meirelles.
Fonte: Folha
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terça-feira, 19 de abril de 2011 às 19:15
A 22º pesquisa Anual da Fundação Getúlio Vargas – Escola de Administração de empresas de São Paulo (FGV) identificou que o Brasil tem 85 milhões de computador em uso, ou quatro computadores para cada nove habitantes. Os números referem-se à base ativa, que inclui mercado consumidor e corporativo. Pela pesquisa, 3,4% dos computadores de todo o mundo estão no Brasil.
Considerando somente as empresas, o custo anual por teclado nas empresas atingiu 20 mil dólares, valor que engloba todos os investimentos em tecnologia das empresas dividido pelo número de equipamentos.
Quanto aos investimentos em TI, as empresas gastaram 6,7% do seu faturamento líquido na área em 2010. O valor dobrou nos últimos 14 anos, com taxa média de crescimento ao ano de 8% desde 1990, quando a pesquisa foi realizada pela primeira vez. O professor titular de tecnologia da FGV e responsável pelo estudo, Fernando Meirelles, não faz projeções para os próximos anos, mas afirma que o crescimento desse número depende intimamente do bom desempenho da economia.
Fonte: ComputerWorld
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sexta-feira, 15 de abril de 2011 às 19:57
Cerca de 2.000 empresas que operam no Brasil na área de tecnologia da informação mobilizaram no ano passado R$ 39,4 bilhões, segundo um relatório divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O órgão destaca que, dessa soma, cerca de R$ 13 bilhões corresponderam ao faturamento pela produção nacional de programas para computadores. “Isso demonstra que o Brasil está desenvolvendo software a um ritmo bastante intenso”, declarou o pesquisador Roberto Saldanha, um dos responsáveis pelo relatório.
Saldanha esclareceu que na elaboração do relatório não se levou em conta a produção e venda de hardware, que segundo outros estudos calcula-se que no ano passado mobilizou no Brasil cerca de R$ 55 bilhões.
Fonte: Folha
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quinta-feira, 14 de abril de 2011 às 22:16
As vendas de computadores recuaram no primeiro trimestre pela primeira vez desde 2009, em meio à baixa demanda, atração de consumidores por tablets e foco do Japão em recuperação dos estragos causados pelo terremoto e tsunami que atingiram o país. As maiores fabricantes mundiais de computadores viram todas declínios anuais nas vendas. As vendas de PCs caíram 1,1% no primeiro trimestre, para 84,3 milhões de unidades no mundo, segundo a empresa de pesquisa de mercado Gartner. A expectativa da empresa era de alta de 3%.
A queda foi a primeira desde o segundo trimestre de 2009, quando a maior parte do mundo estava lidando com a crise financeira internacional. A empresa de pesquisa informou que as vendas foram pressionadas por baixa atividade no segmento de consumo, em meio à contenção de gasto dos consumidores e concorrência com aparelhos tablet.
A demanda de empresas por computadores foi muito mais forte, porém, segundo o Gartner, e vai provavelmente durar mais um ano, conforme as companhias substituem equipamentos mais antigos. No Japão, as vendas de PCs caíram 13% no trimestre. O Gartner ainda espera que as vendas mundiais de PCs cresçam 10,5% este ano, para 388 milhões de unidades. Em novembro, a empresa previa um crescimento anual de 15,9%.
Fonte: Folha
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sexta-feira, 08 de abril de 2011 às 20:45
Segundo os resultados de um estudo realizado sobre o comportamento dos usuários de tablets, divulgados nesta sexta-feira, 43% dos 1.400 entrevistados gastam mais tempo com os tablets do que com computadores de mesa ou outros portáteis como netbooks ou notebooks.
Os games são claramente a função mais utilizada nos dispositivos, segundo o estudo. Cerca de 84% das pessoas que responderam à pesquisa disseram usar os computadores para se divertirem com joguinhos. Em segundo lugar, está a procura por informações diversas, com 78%. Mandar e-mails é a terceira, com 74%, e ler notícias vem logo depois, com 61%.
Fonte: Folha
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quinta-feira, 07 de abril de 2011 às 20:39
Apenas 6% dos usuários brasileiros de internet possuem uma velocidade de conexão acima de 8 Mbps, segundo uma pesquisa divulgada pelo instituto Nielsen nesta semana, cuja análise se voltou para nove países.
Para efeito de comparação, essa velocidade é encontrada em 38% dos pontos de acesso na Suíça, 29% dos locais de internet nos Estados Unidos e em 27% dos computadores alemães com acesso à web.
O país que mais se aproxima do Brasil nesta categoria é a Itália: somente 7% dos pontos de acesso à internet mantêm a conexão ultrarrápida.
Espanha e França têm 14% dos computadores com conexão superior aos 8 Mbps, enquanto Reino Unido e Austrália vêm com, respectivamente, 18% e 21% dos pontos com essa velocidade de acesso.
À exceção do Brasil, dentre os países pesquisados, todos mantêm a maioria dos usuários na categoria de velocidade “rápida” (cuja medição varia entre 2 Mbps e 8 Mbps).
No caso específico dos brasileiros, a maioria dos computadores com internet (ou 48% da população) tem acesso àquela velocidade classificada como média, ou seja, entre 512 Kbps e 2 Mbps. A velocidade considerada lenta também abarca uma considerável fatia de computadores com acesso à internet no país: são 31% dos pontos.
Quanto à conexão rápida, o Brasil tem 15% dos computadores com acesso à internet com velocidades variando entre 2 Mbps e 8 Mbps.
“O Brasil tem oito vezes mais usuários com velocidades médias do que usuários com velocidades ultrarrápidas”, disse a companhia, em comunicado.
Fonte: Folha
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quarta-feira, 06 de abril de 2011 às 20:48
A receita com as vendas globais de semicondutores deve crescer 7% em 2011, para US$ 325 bilhões, depois que o terremoto no Japão no mês passado fez com que os preços de chips de memória de computadores subissem, segundo estimativa de pesquisa divulgada nesta quarta-feira.
Em janeiro, a estimativa alta de 5,8% nas vendas globais de chips em valor, para US$ 320,1 bilhões neste ano.
Os chips de memória DRAM devem ser os mais influenciados pelo inesperado aumento nos preços após as interrupções na cadeia de fornecimento de componentes no Japão como consequência do terremoto em 11 de março.
Em valor, as vendas de chips DRAM devem cair 4%, contra expectativa anterior de redução da receita nessa categoria de 10,6%.
Fonte: Folha
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