sexta-feira, 10 de junho de 2011 às 12:35
O mercado de soluções colaborativas de vídeo conferência está evoluindo cada vez mais. A tecnologia tornou-se uma das necessidades máximas para as pequenas, médias e grandes empresas, a fim de reduzir custos após a crise econômica global.
Vários pesquisadores revelaram que o mercado de vídeo conferência tem a ganhar, num futuro próximo. O Gartner estimou que esse mercado atingirá US$ 8,6 bilhões movimentados em 2015. Já a consultoria Ovum aposta em um aumento dos gastos globais para US$ 3,8 bilhões em 2016.
Segundo a Zacks Investment Research, no longo prazo, o mercado de vídeo conferência possuirá uma demanda saudável, resultado de várias tendências positivas da indústria: a globalização e a proliferação de filiais; preocupações sobre demanda, tempo e alto custo de viagens; segurança interna e ainda iniciativas governamentais, como ensino à distância e telemedicina.
Além do mais, o rápido crescimento das redes de alta velocidade em banda larga, necessárias para sustentar o enorme volume de dados consumidos pelas empresas, porporcionará ao mercado de vídeo conferência continuar a sua dinâmica atual no longo prazo.
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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011 às 01:24
Segundo a Analysys Mason, o modelo de software como serviço (Saas, da sigla em inglês), utilizado nas soluções de web conferência ClaireWeb e ClaireMeeting, representou 70% da receita de softwares em nuvem em 2010. Trata-se de um benefício incrível para empresas de todos os tamanhos, pois softwares são executados em servidores, não sendo necessária a instalação do sistema em seus computadores, bastando acessá-los via internet.
O sucesso das soluções de web conferência baseadas em SaaS, que proporcionam a comunicação de áudio e vídeo (full-duplex) em tempo real, sem downloads e instalações, pode ser percebido pela opinião de muitos especialistas, que reconhecem a adoção cada vez maior por pequenas ou grandes empresas de soluções em nuvem, grande estímulo para a tecnologia.
Para Ben Pring, vice-presidente de pesquisas do Gartner, trata-se de uma excelente oportunidade para os gestores de TI de todo o mundo:
“Esperamos que esta seja uma oportunidade significativa para os provedores atuais de TI para desenvolver suas correntes ofertas – tais como terceirização, sistema de integração , desenvolvimento, etc – para se tornarem capacitores da nuvem e tentarem combinar o melhor dos dois mundos, os já tradicionais serviços de TI e a Computação em Nuvem”.
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quinta-feira, 06 de janeiro de 2011 às 17:04
O Gartner elevou sua projeção para os gastos globais com TI em 2011, previstos em inicialmente em 3,4 por cento de crescimento. Segundo a consultoria, os gastos mundiais com TI chegarão a 3,6 trilhões de dólares em 2011. Um aumento de 5,1% comparado aos 3,4 trilhões movimentados em 2010. Índice que mantém o nível de crescimento das despesas na casa dos 5%. A variação de 2010 em relação a 2009 foi de 5,4%.
O mercado de equipamentos de telecomunicações está preparado para o maior crescimento em 2011. As despesas com equipamentos de telecomunicações deverão crescer 9,1%. O segmento de hardware deverá crescer 7,5 por cento em 2011, mas analistas do Gartner afirmam que os fabricantes enfrentarão desafios no mercado de PCs, dado o fraco crescimento econômico previsto para a primeira metade de 2011.
Fonte: ComputerWorld
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010 às 00:45
O Brasil está entre os 30 mercados globais mais bem posicionados para o offhore de TI, segundo ranking elaborado pelo Gartner. O estudo 2010/2011 mostra a queda de algumas regiões e o crescimento de outras que fizeram com que empresas remanejassem seus contratos para países que oferecem melhores condições para contratação dos serviços. A Índia mantém a liderança do outsourcing global de TI.
Nos últimos 12 meses o Gartner avaliou esforços de muitos países para consolidar ou aumentar suas posições como principais locais para serviços offshore. Os países emergentes aumentaram a participação nos negócios de TI.
Como resultado disso, oito novos mercados passam a integrar o Top 30. São Bangladesh, Bulgária, Colômbia, Ilhas Maurício e Peru, além dos estreantes no ranking Panamá, Sri Lanka e Turquia.
O vice-presidente de pesquisas do Gartner, Ian Marriott, afirma que os mercados emergentes estão ganhando maturidade e crescendo rapidamente na prestação dos serviços de TI, enquanto as regiões mais avançadas estão desacelerando.
Fonte: IDG Now!
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