terça-feira, 18 de outubro de 2011 às 11:19
O Hospital Edmundo Vasconcelos, de São Paulo, iniciou um projeto de visita virtual, pelo qual o paciente interage, por vídeo, com familiares e amigos. O projeto começou em 20 apartamentos e a meta é chegar a todos os 115 até o fim do mês.
Essa facilidade foi uma evolução natural da implantação de terminais com acesso à internet (thin clients) em todos os quartos e da oferta de rede WiFi para quem tem notebook, segundo o hospital. A instituição estuda agora como levar a televisita para salas de UTI, local de acesso difícil aos visitantes. O projeto consumiu R$ 32 mil no desenvolvimento do software e instalação de câmeras web. O servidor de vídeo – um equipamento essencial para o sistema funcionar – fica hospedado em uma empresa de serviços que faz a administração e manutenção do sistema, por uma quantia mensal de R$ 1 mil. A conexão é feita por meio de dois links dedicados de banda larga, um da Embratel e outro da Telefônica, que são redundantes para não haver problema de queda da rede.
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segunda-feira, 08 de agosto de 2011 às 18:36
A Rede de Telemedicina Ontario (OTN), no Canadá, que atualmente tem cerca de 2.200 terminais de vídeo conferência, em salas designadas em 1.200 hospitais e clínicas, está se voltando para a internet para permitir que milhares de médicos e enfermeiros acessem a rede de seus escritórios usando computadores pessoais.
Inicialmente, eles poderão mais facilmente consultar colegas e pacientes em instalações médicas, mas finalmente os médicos poderão entrar em contato com pacientes gravemente doentes em suas casas.
“Cinquenta profissionais de saúde serão capazes de tirar proveito da expansão do sistema no início de setembro”, disse Dr. Ed Brown, diretor de operações da OTN.
Um dos maiores fornecedores de telemedicina no mundo, trata 135 mil pacientes e faz mais de 11.000 webcasts por ano para pacientes em áreas remotas poderem ter acesso a especialistas fora de suas comunidades.
“É evidente que o sistema de cuidados virtuais de saúde está crescendo, e achamos que vai ser tão importante como cuidados presenciais de saúde” disse Brown.
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terça-feira, 19 de julho de 2011 às 18:06
A tecnologia permitiu que os serviços comunitários de Danville (Pittsylvania), nos EUA, contratassem uma psiquiatra em tempo integral para crianças e adolescentes em 1 de julho.
“Sem telemedicina aqui, as famílias têm que viajar pelo menos uma hora, se não duas ou mais horas, para ver um psiquiatra infantil”, disse Mindy Conley, diretor de saúde comportamental da DPCS.”… Apenas o acesso ao psiquiatra já é um enorme problema”.
As regiões de Danville e Pittsylvania são áreas de saúde mental com escassez de profissionais, segundo o Departamento de Saúde de Virginia. Os serviços a bordo da comunidade local foram os primeiros em Virgínia a utilizar a telemedicina para preencher a lacuna no acesso à psiquiatria infantil.
Agora, o Dr. Adrienne Turner, de Charlottesville, passará a fazer parte da equipe local durante 40 horas por semana, vendo os pacientes através de vídeo conferência. As crianças e adolescentes vivem em um mundo tão eletrônico que já estão confortáveis com isso, disse Conley.
A nova tecnologia basicamente duplica a capacidade de serviços comunitários. Isto é essencial pois a demanda ultrapassou a disponibilidade com crianças em lista de espera. Conley estima que a agência verá cerca de 30% mais pacientes do que antes.
Fonte: Conferencing News
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quarta-feira, 01 de junho de 2011 às 13:21
O Canadá possui um sistema tecnológico universal para o setor saúde. O difícil acesso à população rural fez o país investir a ponto de se tornar líder mundial na utilização da chamada ‘’telessaúde’’ ou ‘’telemedicina’’, que fornece soluções para ajudar os pacientes a manter contato com seus prestadores de cuidados.
Um novo estudo mostra que a telessaúde no Canadá cresceu mais de 35% anualmente nos últimos cinco anos. De acordo com o Canada Health Infoway, organização financiada pelo governo, o país tem hoje mais de 5.700 sistemas de tecnológicos em pelo menos 1.175 comunidades.
O termo telessaúde inclui todos os tipos de tecnologias baseadas em web e telecomunicações. O objetivo é conectar pacientes que moram em locais remotos aos seus médicos por meio de soluções de vídeo conferência, por exemplo. Isso significa ter o acesso na casa do paciente, que transmite à equipe de saúde suas informações vitais, como pressão arterial e função respiratória, para o devido acompanhamento.
Através da solução de vídeo conferência, os profissionais de saúde podem dar conselhos diários aos pacientes, como a necessidade de alterar a medicação ou a dieta, e ainda transmitir imagens ou exames para discutir o melhor tratamento com outros especialistas.
Os serviços de telessaúde conduziram o país a uma economia de cerca de US$ 70 milhões em despesas de viagens pessoais em 2010, segundo as estimativas do relatório. O sistema de saúde também economizou cerca de US$ 55 milhões por ano, cortando despesas de viagens e reduzindo as internações de pacientes com doenças crônicas.
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segunda-feira, 16 de maio de 2011 às 13:50
Segundo a Manhattan Research, empresa que pesquisa o mercado de saúde, 7% dos médicos dos EUA utilizam serviços de videoconferência para se comunicar com seus pacientes. O estudo teve o objetivo de identificar como a tecnologia está sendo usada na prática, seja para registros, prescrição eletrônica ou interação com os pacientes.
Como a videoconferência vem se tornando mais comum em todo o mundo, este tipo de comunicação está se mostrando uma forma extremamente eficaz de consulta junto aos médicos para a resolução de questões não urgentes ou ainda de contato com populações geograficamente distantes, que não possuem fácil acesso aos especialistas.
‘’A telemedicina tem o potencial de possibilitar consultas com os maiores especialistas de saúde, independentemente da localização do paciente’’, disse Meredith Ressi, presidente da Manhattan Research. ‘’Por estarem alinhadas com a escassez de médicos responsáveis por primeiros cuidados, as implicações da tecnologia para a saúde são notáveis.’’
“Esperamos ver ainda mais médicos utilizando videoconferência para melhorar a eficiência prática e expandir a sua base de pacientes sem a sobrecarga das visitas em consultório”, completou Ressi.
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