Acesse o Website da Claire!

Apesar das ótimas vendas, tablets ainda estão longe do mercado corporativo

segunda-feira, 25 de abril de 2011 às 15:58

Os tablets podem até ser a nova febre da tecnologia, mas ainda não convenceram o mercado corporativo, afirma pesquisa do instituto Forrester Consulting.

Para o estudo, foram entrevistados diretores de TI, que tinham de responder sobre quais seriam os dispositivos capazes de torná-los mais produtivos. O notebook – citado por 59% dos executivos – ficou em primeiro, seguido pelos computadores de mesa (50%) e smartphones (41%).

Além de não serem vistos como essenciais, os tablets trariam mais problemas do que soluções, segundo a maioria dos executivos. No estudo, 58% deles disseram que o crescente número de dispositivos que devem ser suportados – e o custo que tudo isso envolve – são as principais preocupações antes de adquiri-los.

Fonte: IDG Now!


Você gostou deste post?

 

Brasil fecha 1º trimestre com 38,5 milhões de acessos à banda larga

terça-feira, 19 de abril de 2011 às 19:23

O Brasil encerrou o primeiro trimestre de 2011 com 38,5 milhões de acessos à banda larga, tanto fixa como móvel. Esse número representa um aumento de 51,5% em relação à março do ano passado.

Com esse crescimento, o Brasil está na oitava posição no mercado mundial de banda larga móvel, e em nono lugar em banda larga fixa, segundo dados divulgados pela Telebrasil (Associação Brasileira de Telecomunicações).

Desse total, 24,4 milhões de acessos são de banda larga móvel, conexão feita por meio de modems (placas) ou de terminais 3G, como smartphones (celulares com acesso à internet). Em um ano, houve crescimento de 77,7% nesse segmento –em março de 2010, eram 13,7 milhões de conexões móveis. Já a banda larga fixa cresceu 20,5% nesse período, chegando a 14 milhões de conexões no fim do trimestre.

Fonte: Folha


Você gostou deste post?

 

Vendas de celulares com câmera superarão 1 bilhão em 2011

quinta-feira, 07 de abril de 2011 às 20:42

As vendas de celulares com câmeras ultrapassarão a marca de um bilhão de aparelhos neste ano, com a ajuda da ponta mais cara do mercado, informou na quinta-feira o grupo Strategy Analytics.

“A crescente qualidade dos celulares com câmera de alto preço vêm se tornando séria ameaça ao mercado de câmeras digitais simples”, disse o analista Neil Mawston.

As vendas de celulares dotados de câmeras crescerão em 21% ante o ano passado e superarão o bilhão de unidades pela primeira vez, de acordo com a Strategy Analytics.

O grupo de pesquisa previu que as vendas de celulares com câmeras de resolução de cinco megapixels ou mais subiria em 100% este ano, para 361 milhões de unidades. O mercado de câmeras digitais seria de 130 milhões de unidades, de acordo com suas projeções.

“Fabricantes de smartphones cada vez mais equipam seus modelos caros com câmeras de alta resolução, a fim de propiciar qualidade de imagens para os serviços premium das operadoras”, disse Mawston.

Fonte: Folha


Você gostou deste post?

 

Brasil tem mais de 37 milhões de assinantes de banda larga

quarta-feira, 23 de março de 2011 às 20:16

 Os acessos em banda larga fixa e móvel das prestadoras de serviços de telecomunicações apresentaram crescimento de 52% nos últimos 12 meses, totalizando em fevereiro 37,4 milhões.  De acordo com levantamento realizado pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), foram ativados 12,8 milhões de novos acessos no período, o que significa que a cada dia 35 mil novos clientes foram conectados à internet em alta velocidade no Brasil.

O crescimento dos acessos por meio do Serviço Móvel Pessoal (SMP), que inclui modems de conexão à internet e terminais 3G, como os smartphones, chegou a 81,9% no período – passando de 12,9 milhões em fevereiro de 2010 para 23,6 milhões no fim do mês passado.

As conexões por meio das redes fixas passaram de 11,6 milhões para 13,8 milhões no mesmo período, o que representa crescimento de 18,8%. Os últimos 12 meses foram caracterizados tanto pela ampla penetração dos smartphones para acesso móvel à internet quanto pela oferta disseminada de acessos fixos de alta velocidade, em planos com bandas superiores a 10 Mbps.

Fonte: IDG Now!


Você gostou deste post?

 

Smartphones são menos de 25% do mercado de celular

segunda-feira, 21 de março de 2011 às 20:50

Em 2010, as vendas de feature phones – celulares com mais funções que os modelos simples – representaram mais de 75% do mercado de dispositivos móveis. São aparelhos com recursos específicos – como os com teclado QWERTY, mas sem Wi-fi, ou com widgets na tela inicial, mas que não permitem a instalação de aplicativos.

Ou seja, apesar de todo o frenesi causado por smartphones, a maioria dos consumidores ainda prefere modelos mais baratos. “Os messaging phones, por exemplo”, afirma a analista da ABI Research, Victoria Fodale, “facilitam o envio de mensagens e, por não terem tantos recursos, possuem um preço mais em conta”.

A previsão é que até 2015 esse tipo de celular seja responsável por um terço do mercado. “Mobile phones foram desenvolvidos para regiões específicas, principalmente países em desenvolvimento, onde os clientes precisam de soluções de baixo custo para aproveitar os serviços de Internet que as provedoras oferecem”, disse o diretor Kevin Burden.

“Em regiões da Ásia, Oriente Médio e América Latina o acesso à rede, por vezes, só se dá via conexão móvel”, complementou Fodale. Por isso, a oferta de serviços para feature phone é uma tendência.

Fonte: ComputerWorld


Você gostou deste post?

 

Uso de celulares dá vantagens a redes hoteleiras

quarta-feira, 16 de março de 2011 às 20:53

Viajar, hoje em dia, desde a bagagem até o laptop, está ficando cada vez mais tecnológico. Porém, todo quarto de hotel ainda contém um elemento custoso: um telefone fixo tradicional.

Telefones fixos nos quartos já deram lucros para as hoteleiras. Mas hoje só aumentam custos, pois hóspedes preferem usar seus celulares.

O uso cada vez menor do telefone fixo nos quartos de hotéis faz parte de uma tendência mais ampla que reduziu o número de linhas telefônicas e levou trabalhadores a tratar de negócios em seus smartphones.

As principais empresas de telefonia dos Estados Unidos estão perdendo de 10% a 12% de suas linhas anualmente para outros provedores, afirmou o analista independente do setor de telecomunicações Jeff Kagan. O ritmo só irá aumentar, segundo ele.

Mas os hotéis não podem desistir de seus sistemas de telefonia fixa. Hóspedes usam telefones fixos quando precisam pedir ajuda. Além dos casos de emergência, eles usam o aparelho para solicitar serviços de quarto e ligações na hora em que desejam despertar.

A próxima fonte de lucro nos quartos a desaparecer serão os filmes por pay-per-view, que poderão ser assistidos por preços menores em laptops, afirmou o consultor hoteleiro Ted Mandigo.

Hoje, muitas redes hoteleiras estão explorando aplicativos de smartphones para que clientes solicitem serviços de quarto e ligações na hora em que desejam despertar, afirmou Hanson, mas esses esforços ainda estão em sua fase inicial.

Fonte: Folha


Você gostou deste post?

 

Wi-Fi: Taxa mundial supera 10% de crescimento, mas Brasil estagna em 1%

terça-feira, 15 de março de 2011 às 20:59

 Apesar da necessidade de ampliar a cobertura de suas infraestruturas, as operadoras de telecom do país, em especial as móveis, seguem investindo de forma bastante reduzida em hot spots Wi-Fi, num movimento que parece estar na contramão do modelo mundial.

No Brasil, há, hoje, 4035 hot spots, centralizados na região Sudeste e Sul, com grande concentração em São Paulo. No mundo, são 517.242, a maior parte deles na China e nos Estados Unidos. O Reino Unido também teve um forte impulso.

Nesses países, o Wi-Fi é visto como um forte complemento à rede 3G, especialmente, no mercado norte-americano que em função da forte demanda, provocada pelo uso de smartphones e tablets, aposta em Wi-Fi para obter maior qualidade de serviço e estabilidade de conexão.

Segundo dados do portal Teleco, nos meses de janeiro e fevereiro, os hot spots Wi-Fi cresceram menos 1% no Brasil, sendo que os novos pontos foram implantados em São Paulo, que conta, hoje, 2490 anti 2455, registrados em dezembro. Nos estados onde há hotspots – Rio de Janeiro, Paraná, Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, neste período não houve alteração do quadro.

O Rio de Janeiro segue com 406 hotspots; o Paraná fica com 155 hotspots, o Distrito Federal, 151, o Rio Grande do Sul, 136 e Minas Gerais, 90, de acordo com o contabilizado pelo portal Teleco. Com números tão reduzidos, o cenário brasileiro é bem diverso do mundial. O impulso nos dois primeiros meses do ano em outros países supera os 10%.

Fonte: Convergência Digital


Você gostou deste post?

 

Leitura e receita publicitária on-line superam jornais em papel nos EUA

segunda-feira, 14 de março de 2011 às 20:44

Pela primeira vez, o número de leitores e a receita publicitária dos sites de notícias superou a dos jornais em papel nos Estados Unidos, segundo uma pesquisa conduzida pelo Pew Research Center.

Segundo o levantamento “State of the News Media”, o faturamento da publicidade on-line nos EUA superou a receita com anúncios de jornais impressos.

O estudo também constatou que mais pessoas, 46% dos norte-americanos entrevistados, disseram obter notícias on-line pelo menos três vezes por semana, ante 40% que disseram obter notícias dos jornais em papel e dos sites a estes associados.

“A migração para a Web está se acelerando”, disse Tom Rosenstiel, diretor do Project for Excellence in Journalism. ‘A rápida adoção do computador tablet e a expansão do uso dos celulares inteligentes só reforçam essa tendência.’

As mais recentes constatações demonstram que os jornais sofreram não apenas com a desaceleração econômica, que levou os anunciantes a fecharem as carteiras, mas com o fato de que mais pessoas optam pela mídia online para obter notícias e informações, e os anunciantes os seguem.

A receita publicitária dos jornais caiu 46% em quatro anos, e ficou em US$ 22,8 bilhões em 2010, com US$ 3 bilhões adicionais em receita publicitária on-line, de acordo com o relatório.

Enquanto isso, a receita publicitária dos sites de notícias foi de US$ 25,8 bilhões em 2010, afirma o relatório, mencionando dados do grupo de pesquisa eMarketer.

Fonte: Folha


Você gostou deste post?

 

Menos de 1% das pessoas no mundo possui tablet

quinta-feira, 10 de março de 2011 às 21:05

 Menos de 1% da população mundial sabe o que é ter um desses em mãos. A constatação veio de um levantamento realizado pelo banco canadense Royal Bank of Canada, que mostra que 99,7% das pessoas não têm um tablet. Para calcular a quantidade de aparelhos vendidos, a pesquisa teve de unir os tablets aos smartphones, então chegou à constatação de que os dois juntos representam apenas 394 milhões de usuários.

Como efeito comparativo, mais de 5 bilhões de pessoas possuem serviço de celular no mundo; a quantidade de usuários de internet também é grande, são 2 bilhões. O total de PCs (1,2 bilhão), linhas telefônicas (1 bilhão), assinantes de TV paga (600 milhões), jornais em circulação (513 milhões), e de usuários de banda larga (555 milhões) também ultrapassa os tablets e smartphones.

Para Mike Abramsky, consultor do banco, em 2014 deve chegar a 400 milhões a quantidade de portadores de algum tablet.

Fonte: AdNews


Você gostou deste post?

 

Acesso à banda larga cresce 53% e atinge 36,1 mi no Brasil

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 às 16:37

 De janeiro de 2010 a janeiro de 2011, o país teve um aumento de 53% no número de acessos à banda larga. Atualmente são 36,1 milhões de acessos à internet em alta velocidade, tanto de banda larga fixa como móvel.

Isso é o equivalente a 24 novas instalações por minuto no país durante esse período, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela Telebrasil (Associação Brasileira de Telecomunicações).

O crescimento dos acessos móveis, como modems e terminais 3G (como os smartphones) foi de 85%.

Os serviços de internet rápida são ofertados hoje em 88% dos municípios do país, um total de 4.897 cidades.

Mais de 3 mil cidades ainda contam com uma única prestadora de serviço de acesso à banda larga, o que dificulta a redução de preços pela falta de competitividade.

Fonte: Folha


Você gostou deste post?