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Estudo: o impacto econômico das videoconferências e telepresenças nas empresas

quinta-feira, 01 de dezembro de 2011 às 11:17

Durante 12 meses o instituto de pesquisa Aberdeen realizou um estudo com 380 companhias e descobriu como a videoconferência, colaboração em vídeo (compartilhamento de dados, documentos e ferramentas) e telepresença (experiência de reunião em pessoa) têm beneficiado as empresas mundo afora.

Diferente do que se imaginava, números mostram que as companhias têm adotado as tecnologias em vídeo por outros motivos e não apenas pela redução de custos com viagens. Segundo o estudo, em novembro de 2010, 63% das companhias acreditavam que a telepresença ajudaria na colaboração imediata entre os funcionários. E apenas 39% das empresas afirmaram que a telepresença reduziria custos em viagens.

Segundo a pesquisa, as empresas acreditam que as tecnologias em vídeo, especialmente a telepresença, trazem ainda mais vantagens. Com a redução de viagens, os funcionários são capazes de balancear a vida profissional e pessoal. Assim, ao permanecerem mais tempo em seu local original de trabalho, eles produzem mais e mantém um alto nível de satisfação.

Outro ponto que também tem levado as empresas a adotarem a colaboração em vídeo é a demanda proveniente dos próprios funcionários. Em setembro de 2011, a Aberdeen descobriu que ¼ dos entrevistados identificaram a videoconferência como uma forma de promover um ambiente mais social e imersivo para os jovens profissionais.

Fonte: Olhar Digital


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Brasil mira desoneração de R$ 6 bilhões para telecomunicação

terça-feira, 04 de outubro de 2011 às 14:57

A presidente Dilma Rousseff vai propor isenção fiscal de R$ 6 bilhões nos próximos cinco anos para a construção de redes de telecomunicações, em um esforço para manter a expansão do setor apesar da crise global.

“O governo está fazendo um esforço para melhorar as condições de investimento… e reduzir os efeitos da crise”, disse à Reuters o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, em entrevista nesta sexta-feira (30).

Bernardo disse que Dilma enviará a proposta ao Congresso dentro dos próximos 30 dias.

O governo brasileiro vem anunciando uma série de medidas de incentivo nas últimas semanas para tentar preservar indústrias estratégicas do impacto da crise econômica internacional.

Bernardo disse que os investimentos em telecomunicações são considerados especialmente importantes diante dos preparativos para o Brasil sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Alguns analistas têm alertado que as redes de comunicações brasileiras precisam de uma grande atualização nos próximos anos para que o país possa lidar com a demanda doméstica e de turistas para os eventos esportivos.

Bernardo também disse que Dilma não vai adiar o leilão de frequências 4G de telefonia, que está planejado para até abril do próximo ano.

Fonte: Globo.com


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Viajantes apoiam o uso de conferência durante as Olimpíadas

quarta-feira, 17 de agosto de 2011 às 09:45

Com as preocupações sobre o caos iminente das viagens para Londres e em todo o Reino Unido nas vésperas para o Jogos Olímpicos de 2012, os viajantes votaram esmagadoramente em usar chamada de conferência como a sua forma de evitar as multidões.

Exatos 80% dos viajantes disseram: “Sim, definitivamente”, eles usariam chamada de conferência para evitar as multidões. Mais de 10% acham que essa seria uma boa idéia durante os Jogos Olímpicos e o restante disse que iria continuar a usar chamada de conferência, como de costume durante o período olímpico.

Mesmo quando foi dada a opção de dizer: ‘De jeito nenhum’, absolutamente ninguém descarta a opção da chamada de conferência, de acordo com uma pesquisa online realizada pela LoveHateTravel.

Quando o tema foi ‘Alojamento’ para os viajantes de negócios durante os Jogos Olímpicos, a votação esquentou – especialmente na capital. Cerca de 60% deles pretendem evitar completamente Londres no caso de serem incapazes de garantir alojamento durante a viagem.

Os 40% restantes, mais uma vez votaram em chamadas de conferência como sua alternativa para conseguir alojamento. Felizmente para os negócios em geral, ninguém precisará simplesmente cancelar reuniões. Assim, parece que o trabalho vai continuar de qualquer maneira.

Fonte: Fresh Business Thinking


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Mercado de comunicações unificadas ainda é emergente

segunda-feira, 04 de julho de 2011 às 16:27

Empresas maiores estão prontamente adotando soluções de comunicações unificadas, mas para as pequenas e médias empresas (PMEs) a tecnologia ainda representa um “mercado emergente”. Uma nova pesquisa da CompTIA mostra que a tecnologia de comunicações unificadas é muito mais provável a ser adotada por empresas com 500 ou mais empregados.

Em seu novo relatório, a CompTIA observou que 64% das empresas de maior porte são propensas a investir em comunicação unificada, em comparação com apenas 35% das empresas com 50 empregados ou menos. Seth Robinson, diretor de análise de tecnologia da CompTIA, afirmou: “Eu acho que os dados confirmaram que (comunicações unificadas) são um mercado emergente.”

Ele sugeriu que as empresas de maior porte são mais inclinadas a adotar tais soluções, pois geralmente operam a partir de mais locais e possuem mais funcionários móveis. Uma das principais barreiras para as empresas menores, no entanto, pode ser financeira. A consultoria Frost & Sullivan, por exemplo, detectou recentemente que as PMEs costumam superestimar o custo de soluções de comunicações unificadas.

Fonte: One Stop Click


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Brasil fecha 1º trimestre com 38,5 milhões de acessos à banda larga

terça-feira, 19 de abril de 2011 às 19:23

O Brasil encerrou o primeiro trimestre de 2011 com 38,5 milhões de acessos à banda larga, tanto fixa como móvel. Esse número representa um aumento de 51,5% em relação à março do ano passado.

Com esse crescimento, o Brasil está na oitava posição no mercado mundial de banda larga móvel, e em nono lugar em banda larga fixa, segundo dados divulgados pela Telebrasil (Associação Brasileira de Telecomunicações).

Desse total, 24,4 milhões de acessos são de banda larga móvel, conexão feita por meio de modems (placas) ou de terminais 3G, como smartphones (celulares com acesso à internet). Em um ano, houve crescimento de 77,7% nesse segmento –em março de 2010, eram 13,7 milhões de conexões móveis. Já a banda larga fixa cresceu 20,5% nesse período, chegando a 14 milhões de conexões no fim do trimestre.

Fonte: Folha


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Em alta, tablets aumentarão gastos globais com TI, diz Gartner

segunda-feira, 18 de abril de 2011 às 19:23

 O sucesso comercial dos tablets de mídia já apresenta reflexos nas previsões dos gastos globais com TI, que deverão aumentar 5,6% em 2011, chegando a 3,6 trilhões de dólares, aponta a empresa de pesquisas Gartner.

Os gastos com hardware – categoria na qual os chamados tablets de mídia estão inseridos – deverão crescer 9,5% em 2011, acima dos 7,5% registrados em 2010, prevê a empresa. No total, o hardware será responsável por 409 bilhões de dólares em gastos em 2011 – no ano anterior, esse valor foi de 374 bilhões.

Nessa categoria, os tablets deverão consumir 29,4 bilhões de dólares dos orçamentos de TI em 2011, bem mais do que os 9,6 bilhões registrados no ano passado – aumento de aproximadamente 206%. De acordo com o Gartner, até 2015 esses gastos deverão aumentar 52% ano a ano.

Fonte: ComputerWorld


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Tecnologia da informação movimenta R$ 39,4 bi no país em 2010

sexta-feira, 15 de abril de 2011 às 19:57

Cerca de 2.000 empresas que operam no Brasil na área de tecnologia da informação mobilizaram no ano passado R$ 39,4 bilhões, segundo um relatório divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O órgão destaca que, dessa soma, cerca de R$ 13 bilhões corresponderam ao faturamento pela produção nacional de programas para computadores. “Isso demonstra que o Brasil está desenvolvendo software a um ritmo bastante intenso”, declarou o pesquisador Roberto Saldanha, um dos responsáveis pelo relatório.

Saldanha esclareceu que na elaboração do relatório não se levou em conta a produção e venda de hardware, que segundo outros estudos calcula-se que no ano passado mobilizou no Brasil cerca de R$ 55 bilhões.

Fonte: Folha


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Sinal da TV digital alcança 45% da população brasileira, diz Anatel

quinta-feira, 14 de abril de 2011 às 22:28

 O Brasil possui em operação 102 emissoras com tecnologia digital, que atendem 87,7 milhões de pessoas em 480 municípios. Isso equivale a 45,98% da população brasileira, segundo informou a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) nesta quinta-feira.

“A expectativa é que a cobertura da televisão digital terrestre no Brasil seja igual ou superior à cobertura analógica atual antes mesmo de 2016, ano em que está previsto o fim das transmissões analógicas”, diz a Anatel, em comunicado.

A agência diz ainda que dados sobre TV digital poderão ser consultados no portal da Anatel na internet –em gráficos, tabelas e mapas– com o objetivo de mostrar a evolução da digitalização no país.

Fonte: Folha


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Anatel prorroga para junho plano de universalização das teles

quarta-feira, 13 de abril de 2011 às 20:55

 A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) publicou nesta quarta-feira no Diário Oficial da União a decisão de seu conselho diretor de prorrogar para 30 de junho a revisão do PGMU (Plano Geral de Metas de Universalização) e da alteração nos contratos de concessão das empresas.

Insatisfeita com a proposta das teles para banda larga, a presidente Dilma Rousseff pediu mais tempo para a assinatura do plano de metas, o que deveria acontecido em dezembro para vigorar de 2011 a 2015.

Agora Dilma quer um Plano Nacional de Banda Larga baseado em conexões de, no mínimo, 1 mbps (megabit por segundo) pelo mesmo preço da conexão de 600 kbps (kilobits por segundo), ou seja, a R$ 35.

O governo corre agora para negociar com as empresas a inclusão no PGMU da construção de estrutura para banda larga por parte das empresas. Elas discordam do governo, por acreditarem que o plano é restrito à telefonia fixa, e não deveria incluir internet.

Fonte: Folha


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Brasil sobe para 56ª posição em ranking global de TI

terça-feira, 12 de abril de 2011 às 20:50

 O Brasil ocupa agora a 56ª colocação no ranking do Relatório Global de Tecnologia da Informação 2010-11, divulgado pelo World Economic Forum. Na última edição, o País estava no 61º lugar. Colaboraram para esse resultado o setor empresarial sofisticado e ainda o governo que está promovendo TIC ativamente como parte da sua agenda de desenvolvimento e crescimento.

De acordo com o documento, apesar do pequeno avanço, o desenvolvimento e inovação da TIC e os avanços do setor privado em geral ainda sofrem com a baixa qualidade do ambiente do mercado e do marco regulatório. O preparo da população brasileira para adotar a TIC também está abaixo do esperado.

Suécia está no topo da lista, seguida por Cingapura. Os países nórdicos e Tigres Asiáticos confirmam a liderança na adoção e implementação de avanços na área de TIC para sustentar o crescimento e desenvolvimento. A Finlândia ocupa o terceiro lugar, enquanto Suíça e Estados Unidos estão em 4º e 5º lugares, respectivamente.

“A inovação e a TIC são fatores importantes para o crescimento no longo prazo que oferecem incontáveis benefícios econômicos e sociais e a capacidade de melhorar a vida de todos”, afirma Alan Marcus, Diretor Sênior e Chefe de Tecnologia de Comunicação e Informação do World Economic Forum.

Para chegar aos resultados, o Centro de Competitividade e Desempenho Global do World Economic Forum se baseou no Índice de Tecnologia da Informação (ITI) que avalia o nível de preparo dos países para adotar a TIC em três áreas: ambiente regulatório, empresarial e de infraestrutura da TIC; o preparo dos três principais grupos – indivíduos, empresas e governos – para usar e aproveitar da TIC; e ainda a implementação real das tecnologias disponíveis.

Mais de 15 mil executivos foram entrevistados em 138 economias do mundo.

Fonte: ComputerWorld


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